quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Que se guarde para mais tarde

Sim, sei que um dia vai ter de ser, vai acontecer...
Mas também sei que não vou acreditar, que vai custar perceber...

Sei que a vida tem um limite, é para ser vivida num certo período de tempo, e quando chega a esse tal limite, acaba, sem mera esperança dos outros. Mas não sei imaginar (nem quero tentar) esse fim, de que tanto tenho medo.

Olhava para ti. Ouvia e tentava perceber o porquê de a tua pele estar tão enrugada e de as palavras que pronunciavas serem um pouco incompreensíveis. Todos vamos chegar á velha idade, todos vamos agradecer pelo que já vivemos e ainda estarmos vivos...
Sei que estás doente, embora já tenhas melhorado, mas não imagino a tua partida tão cedo. A vida para ti ainda é uma criança, ou se não é, vamos acreditar que sim.

Desculpa, mas não me imagino sem ti, ou sem ele, mas sei que um dia, vão-te levar, e só vai restar a saudade e as lágrimas que irão dizer adeus á tua alma.
Por agora, ainda somos felizes. E que assim sejamos.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

paz..

Pergunto-me inúmeras vezes, se o hoje é mesmo real, se o que vivo não é apenas mas um daqueles dias sem sentido. Ás vezes custa-me a acreditar que tudo voltou ao normal, que a poeira assentou no chão e agora está tudo sereno, visível e puro.
O ar parece mais limpo, os dias parecem ter mais luz, o meu corpo já não se sente exausto e eu já não me sinto presa dentro do meu refúgio.
Ainda me vou continuar a questionar, se o hoje não é apenas um mero sonho. Mas se for, peço-te para não me acordares. Fica comigo, neste sonho, apenas.