O tempo passa, o sentimento continua, e eu tenho que ligar umas coisas as outras para fazer a mente esquecer por um bocado tudo o que surge aos meus olhos e não pode ser questionado.
Ainda por cima o meu coração neste momento é um grande inimigo, porque pode ser meu, mas bate por ti... Custa fazê-lo perceber que chegou ao fim, custa saber que certas coisas precisam de tomar um rumo, mas no mesmo instante que surgem as questões o meu coração deixa de se manifestar fazendo-me pensar no que "ainda" nos une, e aí concluo que o amor não acaba quando queremos; o verdadeiro amor não acaba quando nos apetece; acaba quando existem razões demasiado fortes para fazer com que ele seja destruído e se resuma a um aglomerado de estilhaços... O nosso (pelo menos, o meu por ti) ainda não achou esse limite, e por isso contínua a lutar por uma tal "impossibilidade" de junção de almas pela "n" vez.

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