segunda-feira, 25 de julho de 2011

Nem tudo o que parece, é

Amar é um sentimento tão único que pomos dentro dele as coisas mais absurdas possíveis.

Ao longo daquele caminho fui descobrindo que o asfalto da rua se encontrava um pouco gasto pelas solas das minhas sapatilhas. Isso fez-me parar para pensar, mas no momento a seguir lá estava eu a percorrer o mesmo caminho, ás vezes para no final da rua encontrar uma porta fechada sem sinais de comparência. Mas não voltei para trás, continuei a caminhar e recordo-me de ouvir um pequeno ruído, que por consequente se fazia bem longe, mas não liguei muito e continuei.
No final do caminho abrandei quando ao fundo te vi, a minha espera, com um sorriso no rosto e com aquele teu ar sem jeito que conheço desde quando comecei a gostar de ti. Aumentei o ritmo do meu passo, a seguir comecei a correr para os teus braços com a cara lavada em lágrimas, abracei-te e perguntei: "o que estás a fazer aqui a porta?"
Ao que tu respondeste: "Nem tudo tem uma razão de ser, e eu quero estar a teu lado".
Lembro-me de te ter beijado e no final comecei a ouvir de novo um barulho estranho, cada vez mais perto, cada vez mais alto...

Despertador: acordar, eram 7 e meia da manhã e tinha de acordar.
Realmente, só podia ter sido um sonho.

1 comentário:

  1. É pena ainda não terem inventado uma fórmula que torne os sonhos realidade. Adorei o texto.

    ResponderEliminar