segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Que o tempo nos una...

Vem... Deixa-te guiar pelos sentidos e deixa que o resto tome conta do momento...
Vem... Deixa que o teu sentimento se encontre com o meu e nos deixe perder numa maré de paixão, prazer, loucura de que só nós podemos disfrutar...
Vem... Deixa-me adormecer no teu peito e sentir o bater do teu coração; beija-me como se fosse o nosso último beijo e abraça-me como se não houvesse amanhã; deixa-me olhar-te nos olhos e dizer-te tudo o que sinto, tudo aquilo que me vai na alma, sem preconceitos e mentiras...
Deixa-me apenas mencionar que te amo, que quero passar tantos mais dias contigo, que não consigo viver sem um pouco de ti...

Apenas, deixa que o tempo tome conta de nós e do que é nosso e nos una cada vez mais.

P.S.: I Love you

o amor faz...

"Não sei há quantos dias ando nisto, sempre ouvi dizer que o amor faz dos estúpidos inteligentes e torna as pessoas inteligentes em estúpidas, mas sinto-me cada vez mais idiota, estupidamente idiota, mergulhado numa espécie de estado de graça quase divina, como se ser feliz também fosse não querer saber de nada, não me importar com coisa nenhuma, não ser nunca mais obrigado a pensar em nada, só sentir e amar e amar e sentir.
Não sei há quantos dias ando nisto, quando se perde a cabeça - devia era dizer-se quando se perde o coração, porque é este que primeiro se parte, se desfaz, se transforma numa massa qualquer sem forma que faz todo o sentido - perde-se a noção do tempo e do espaço, os dias são intermináveis até que a tua presença os apazigua, a casa fica enorme e vazia na tua ausência e as árvores só dançam quando já chegaste para me encher a sala, a mesa, a cama e então estás em todo o lado, és os objectos e os sons que me cercam e me embalam, como se o mundo existisse lá fora, como se o universo inteiro chegasse e partisse contigo.
E acredita é como se sentisse o mundo inteiro na mão a pulsar em golfadas silenciosas, uma espécie de poder que só sente quem ama e se entrega, quem aceita o bilhete sem volta de uma viagem alucinante ao outro lado da vida, ao lado onde não há tempo nem medo, onde palavras, gestos e sentimentos só servem para amar.
Dizem que isto não dura sempre, que a paixão é um estado que diminui um homem e o escraviza ao desejo dos sentidos, mas não acredito que não possa ser verdade e que não possa ser a melhor coisa do mundo.
Vivo, respiro, durmo e alimento-me de paixão, olho à minha volta e vejo-te em todos os cantos, a tua voz paira ainda no ar a chamar-me baixinho e a dizer quero-te, quero-te, quero-te e é por isso meu amor, que não sei há quantos dias, meses, anos me perdi em ti e neste amor, mas não quero saber, já não me importo com nada, quero lá saber do frio, do calor, da chuva, dos impostos, do partido..."


Margarida Rebelo Pinto

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

"Às vezes é preciso respirar fundo antes de responder, calar em vez de falar, fechar a gaveta sem a arrumar."

Margarida Rebelo Pinto

domingo, 20 de fevereiro de 2011

20

Hoje é o nosso dia.
Hoje quero dizer mais uma vez que te amo.
Hoje, afirmo mais uma vez que não entraste na minha vida ao acaso.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

"Uma escolha por amor"

É tão bom acabar de ler um história correspondente á realidade e ficar com a ideia de que o amor é um sentimento tão belo, tão puro... e que quando é verdadeiro nem uma simples "ausência" da vida o consegue quebrar.
Quem ama, vai até ao fim!

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Que se guarde para mais tarde

Sim, sei que um dia vai ter de ser, vai acontecer...
Mas também sei que não vou acreditar, que vai custar perceber...

Sei que a vida tem um limite, é para ser vivida num certo período de tempo, e quando chega a esse tal limite, acaba, sem mera esperança dos outros. Mas não sei imaginar (nem quero tentar) esse fim, de que tanto tenho medo.

Olhava para ti. Ouvia e tentava perceber o porquê de a tua pele estar tão enrugada e de as palavras que pronunciavas serem um pouco incompreensíveis. Todos vamos chegar á velha idade, todos vamos agradecer pelo que já vivemos e ainda estarmos vivos...
Sei que estás doente, embora já tenhas melhorado, mas não imagino a tua partida tão cedo. A vida para ti ainda é uma criança, ou se não é, vamos acreditar que sim.

Desculpa, mas não me imagino sem ti, ou sem ele, mas sei que um dia, vão-te levar, e só vai restar a saudade e as lágrimas que irão dizer adeus á tua alma.
Por agora, ainda somos felizes. E que assim sejamos.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

paz..

Pergunto-me inúmeras vezes, se o hoje é mesmo real, se o que vivo não é apenas mas um daqueles dias sem sentido. Ás vezes custa-me a acreditar que tudo voltou ao normal, que a poeira assentou no chão e agora está tudo sereno, visível e puro.
O ar parece mais limpo, os dias parecem ter mais luz, o meu corpo já não se sente exausto e eu já não me sinto presa dentro do meu refúgio.
Ainda me vou continuar a questionar, se o hoje não é apenas um mero sonho. Mas se for, peço-te para não me acordares. Fica comigo, neste sonho, apenas.